
Faixa 11 · Sekai Shūsoku Nī Ichi Ichi Roku
Hana wa Dareka no Shitai ni Saku
- Hiragana
- はなはだれかのしたいにさく
- Inglês
- Flowers Bloom on Someone's Corpse
- Português
- Flores Desabrocham no Cadáver de Alguém
- Lançamento
- 24/02/2016
Descrição
Faixa do álbum 世界収束二一一六 (Sekai Shūsoku Nī Ichi Ichi Roku), lançado em 24 de fevereiro de 2016. Esta canção é uma meditação sobre a morte como parte inseparável da vida, argumentando que todo lugar do mundo é o cemitério de alguém. As árvores da rua se tingem de vermelho com cara de quem nada sabe sob um céu frio com sensação de traição, e ao tapar os ouvidos das más notícias, o sino da partida se perde — Namu Amida Butsu. Sete milhões de anos se passaram desde que a humanidade nasceu, e se todos os corpos de quem morreu estão enterrados na terra, então a cidade onde se vive é, em qualquer lugar do mundo, o cemitério de alguém. Arranha-céus e apartamentos parecem lápides, e a melancolia, as tristezas e as lembranças não poderiam se decompor. Nem bonita nem nada, uma pequena flor floresceu — a afirmação da imperícia, vivendo sem querer, sem sequer um nome. O lixo descartado, quem morre sem terminar de se arrepender, o sonho que nunca pôde se realizar — tudo, sem exceção, retorna à terra. A cidade tenta expulsar a noite com luzes de prédios, postes e letreiros luminosos, mas a solidão crescente do interior permanece. A felicidade era relativa, sempre comparada aos outros, e se um amigo sujo ri, é a afirmação do fracasso. A canção encerra com um apelo à vida no meio do vazio: viva no vazio e ria em pleno meio disso, cante em pleno meio disso, reze à terra que se pisa — um hino à vida: "tudo, sem exceção, retorna à terra; a flor floresce sobre o cadáver de alguém".
Letras
Mais informações
- Faixa
- 11 de 12
- Duração
- 4:44
- Lançamento
- 24/02/2016
