
Faixa 11 · Boikotto
Ribingu Deddo
- Hiragana
- りびんぐでっど
- Inglês
- Living Dead
- Português
- Morto-Vivo
- Lançamento
- 11/03/2020
Descrição
Faixa do álbum ボイコット (Boikotto), lançado em 11 de março de 2020. A canção descreve uma humanidade que vagou por um mundo onde ninguém é inocente, alternando entre querer viver mais e já querer morrer, repetindo isso sempre. Os mortos-vivos vagueiam sem propósito pela vida, saltando dizendo que não aguentam mais com cara de quem não se importa. Mesmo sem eternidade, inventamos a palavra eterno; nós, que soluçamos diante da impermanência. Arrependimento, fraqueza e lágrimas, se gritados alto, viram canção — e o apelo é para que aqueles cujas lágrimas não secam, cantem. O narrador pisa sobre os cadáveres que abandonou, não olha para trás porque não pode, e contempla o céu de amanhã sem olhar para trás. Mesmo sem absolutos, inventamos a palavra absoluto. Complexo de inferioridade e autodepreciação, afundados até o fundo, viraram canção. A chama das emoções equivocadas, dos desejos não recompensados, dos sonhos não realizados, dos rancores não consumados e das noites em que não pôde morrer — tudo é alimentado. Como diz a letra: "Ó vós, que não conseguis morrer, cantai".
Letras
Mais informações
- Álbum
- Boikotto (ボイコット)
- Faixa
- 11 de 14
- Duração
- 4:53
- Lançamento
- 11/03/2020

