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Capa de Wādo Purosessā

Faixa 1 · Chihō Toshi no Memento Mori

Wādo Purosessā

Hiragana
わーどぷろせっさー
Inglês
Word Processor
Português
Processador de Texto
Lançamento
13/12/2017

Descrição

Faixa do álbum 地方都市のメメント・モリ (Chihō Toshi no Memento Mori), lançado em 13 de dezembro de 2017. Esta canção é um grito de rebelião artística contra a censura e a apatia. Aprisionado por uma membrana mucosa que bloqueia a luz, o narrador tem a sensibilidade cortada da capacidade de agir, mas escolhe levantar-se armado em levante solitário no viver ou morrer — um memento mori de subúrbio. As ruelas de rua com lojas fechadas e a ponte de ferro do subúrbio são vigiadas por um espírito guardião, e pela rodovia que vai de palavra em palavra, um carro usado que já fez cem mil quilômetros segue indo e voltando. O narrador vela na costa o sonho que nunca se completou até que o sonho chegou ao fim, e se for para enterrar os ossos que seja na terra natal, mas o lugar onde suas palavras devem morrer é aqui. Dez anos depois, cem anos depois, está certo de que é uma semente que brotará. Ele canta a canção que lhe disseram para não cantar, grita as palavras que lhe disseram para não falar. Dizem que não tem paixão que chegue a queimar, mas as lágrimas da derrota, o amanhã que encarou pensando que não terminaria assim, o impulso de irritação que desceu sobre tudo feito desespero — se não se chama isso de esperança, como se chamaria? O processador de texto que seguiu tagarelando em expressões matemáticas, e mesmo a linha ridícula rasgada e jogada fora, agora que se passaram alguns anos, perfura até um desespero feito rocha: "Canto a canção que me disseram para não cantar — a vista escurece."

Presente no álbum